Conquistar dentes alinhados ficou mais simples com a recente chegada dos novos procedimentos que corrigem a diastema.

lançamento da odontologia

Lançamento da odontologia estética, a cerâmica alemã IPS e.max, chamada pelos dentistas de lente de contato, acaba de chegar ao Brasil para derrubar o tabu das facetas. Seu trunfo está na espessura de 0,3 milímetro, ante 0,7 dos modelos tradicionais. Com isso, ela desgasta menos o esmalte – principal crítica às facetas vigentes.

Feita de cerâmica prensada, ela é indicada para correção de diastema (dentes separados, à la Ronaldo Fenômeno) e para aumento de incisivos laterais atrofiados. A técnica é tão recente que ainda não está disponível na maioria dos consultórios brasileiros.

1. Quais materiais são utilizados em restaurações estéticas?
São basicamente dois: cerâmica e resina composta.
Os materiais utilizados são basicamente dois: cerâmica e resina composta.
Os trabalhos em cerâmica demandam o auxílio de laboratório de prótese. Os cirurgiões dentistas
preparam o dente e moldam sendo esta moldagem encaminhada para os laboratórios onde são
preparadas as peças que depois são fixadas pelo dentista.
Já as resinas permitem maior mobilidade podendo ser executadas no próprio consultório,
moldadas sobre o dente em uma única sessão ou como as de porcelana, com o auxilio dos
laboratórios.
2. Qual seria a melhor escolha?
A eleição do tratamento indicado cabe ao dentista em consonância com seu paciente. A execução
de uma restauração, em resina, no consultório normalmente é indicada para pequenas
reparações. Nos casos onde a área a ser restaurada é muito extensa utilizamos a técnica indireta,
ou seja, peças executadas em laboratórios, mas mesmo grandes correções podem ser executadas
pela técnica direta.
3. Vale a pena trocar restaurações metálicas nos dentes posteriores por restaurações da
cor dos dentes?
O acerto da troca de uma restauração metálica por uma estética depende do motivo. Se for para
resolver um problema que envolve a saúde do dente, como uma fratura da restauração préexistente
ou mesmo retratamento de cárie não se discute sobre seu acerto. Mas se for por motivo
puramente estético devemos considerar fatores como desgaste do dente, custo, estado da
restauração existente e ver se a equação: custo X benefício resultou em positiva se não, é melhor
aguardar uma outra oportunidade.
4. Na substituição de restaurações ocorre um maior desgaste do dente?
Não obrigatoriamente. A substituição de uma restauração em amálgama por outra em resina
pela técnica direta não demanda maior desgaste, já se a substituição for por uma restauração
executada por técnica indireta ocasionará desgaste do dente.
5. O amálgama é realmente tóxico?
Sabemos que a presença de grande quantidade de mercúrio no organismo é nociva à saúde, mas
nenhum trabalho conseguiu relacionar o desenvolvimento de doenças causadas por mercúrio em
pacientes com as restaurações de amálgama.
6. Uma restauração de resina ou porcelana tem a mesma durabilidade de uma em
metal?
A durabilidade de uma restauração depende de uma série de fatores relacionados ao paciente e ao
dentista. Como as restaurações estéticas são recentes se comparadas com as em metal, ainda
não existe a comprovação prática de que elas vão durar ou vinte ou trinta anos como as antigas.
7. Como é feita a manutenção das restaurações estéticas?
Boa higiene bucal, profilaxias periódicas, como também as visitas periódicas ao seu dentista
prolongam a vida útil dessas restaurações.

Os especialistas em próteses dentárias, buscam resolver os problemas causados pela perda de
dentes.
Os dentes faltantes são substituídos por outros confeccionados em materiais diversos, devendo
desta forma devolver a capacidade mastigatória, a estética e prevenir ou mesmo remediar
problemas coma articulação.
Estas próteses podem ser unitárias, parciais ou totais e são apoiadas em raízes, dentes ou
implantes e mesmo sobre a gengiva, no caso das dentaduras. Podem ser ainda fixas ou
removíveis. Cada uma tem sua aplicação a solução adequada deve ser eleita pelo cirurgião
dentista junto com o paciente considerando os diversos fatores do tratamento.
Protese sobre implantes
Próteses sobre implantes são dentes colocados sobre os implantes após 3 meses de
osteointegração. Nestes 3 meses, o osso vai se depositando em volta da superfície de titânio
do implante para que ele fique fixo e não solte mais. Hoje, em alguns casos pode-se fazer a
colocação imediata do dente logo após a colocação do implante. São casos isolados ainda, onde a
qualidade do osso é bastante forte, e ao rosquear o implante, consegue-se chegar a 40 Newton de
força sem ele se mover.
Em casos de fraturas de raiz do dente, é possível extraí-lo e colocar o implante na mesma
sessão, e em alguns casos, o dente também. Este diagnóstico é feito cuidadosamente pelo
especialista.
Perda de apenas 1 dente
A prótese unitária é a maneira mais simples de implantar o dente faltante, no espaço vazio,
preservando seus dentes vizinhos. Neste caso, os dentes voltam a ter aspecto natural,
possibilitando o uso de fio dental.
A outra maneira seria a famosa e antiga “prótese fixa”, onde os dentes naturais vizinhos seriam
desgastados, encapados para segurar o dente faltante. Nesta opção, os 3 dentes seriam unidos e
não daria para limpar com uso de fio dental. O dente faltante fica suspenso apoiado na gengiva
e preso nos dentes vizinhos.
Perda de 2 ou mais dentes
Quando há perda de dois ou mais dentes, a melhor opção é tentar recolocar dente a dente, uma
prótese fixa para cada dente, ou seja, teremos um implante dentário para cada dente faltante.
Isso facilita a higiene oral do paciente com o uso do fio dental.
Mesmo tendo falta de 2 ou 3 dentes um do lado do outro, eles serão colocados um a um, e o
paciente poderá usar o fio dental entre eles.
Perda de todos os dentes
No caso de perda de todos os dentes, geralmente o paciente faz uso de dentadura, que pode
escolher pela prótese totalmente fixa ou a prótese presa ou retida, desde que a tira para limpar.
Saiba mais sobre a prótese totalmente fixa e a prótese presa:
Prótese Totalmente Fixa sobre implantes
Este é o verdadeiro caso da dentadura fixa. Serão colocados 6 implantes na arcada superior ou
inferior, onde sustentará de 12 a 14 dentes unidos. Esta prótese fixa é bastante resistente, pois
sobre estes 6 implantes faz-se uma barra de titânio onde a porcelana será fixada, dando
resistência e estética.
É necessário o uso de provisórios sobre os implantes, para que o especialista neste momento
consiga recuperar as dimensões perdidas pela dentadura antiga, e que o paciente veja antes como
vai ficar a definitiva. Neste tempo, o paciente vai acostumando com o céu da boca livre, e com o
seu novo modo de falar, e tem a opção de querer mudar o formato dos dentes, o tamanho e a
cor. Após este tempo de treinamento, é só terminar o caso em porcelana.
Prótese Presa ou Retida
Muito eficaz para os pacientes que não possuem condições de colocar os 6 implantes na estrutura
óssea. Neste caso, são colocados apenas 3 implantes, onde uma barra de ouro será aparafusada
neste 3 implantes, e 4 clipes internos irão segurar nestas aletas. É preciso retirar a prótese
apenas uma vez por dia para limpeza, e mesmo sendo removível, os movimentos na mastigação
são mínimos, sem comparação com a prótese total convencional.
Este tipo de prótese, é perfeito para casos inferiores, onde a dentadura não para, e o superior
uma dentadura convencional. A manutenção destas próteses é de 2 em 2 anos, repondo
internamente com resina a reabsorção óssea neste período.

1. O que são implantes dentários osseointegráveis?
Implantes dentários osseointegráveis são parafusos confeccionados em titânio puro que
podem ser colocados dentro dos ossos maxilares, funcionando como fixação para diferentes tipos
de próteses dentárias: de um único dente, de vários dentes, ou até mesmo de todos os dentes.
Os pacientes costumam confundir implantes com próteses fixas; na realidade, implantes
servem para substituir as raízes dos dentes, em situações de perda ou impossibilidade de
aproveitamento destas.
2. 0 que existe de mágico no titânio?
Nada. É um material usado em Ortopedia há muitas décadas. Simplesmente o titânio não sofre
corrosão quando inserido no corpo humano e não apresenta fenômenos de rejeição imunológica.
3. Qualquer paciente pode receber implantes?
Praticamente todos os pacientes em bom estado geral (que não apresentem doenças de ordem
médica) podem receber implantes dentários. Alguns fatores podem influenciar no sucesso do
tratamento, como, por exemplo, o fumo e a diabetes, devendo ser avaliados previamente. O
procedimento de implantação oral é um ato cirúrgico e uma adequada avaliação é necessária
antes de qualquer cirurgia bucal.
4. E quanto à idade?
Não existe limite de idade: a partir da puberdade, qualquer pessoa pode receber implantes.
5. O que é implante imediato?
Em alguns casos, existe a necessidade da perda de um dente. Se isso acontecer, pode-se ao
retirar este dente perdido, colocar imediatamente o implante nesta região.
Não precisa esperar cicatrizar para colocar o implante. Coloca-se imediatamente a extração. É
muito bom e com ótimos resultados, mas nem sempre é possível fazer. Em alguns casos de
infecção óssea deve-se extrair o dente e esperar a infecção sumir. Existem também casos de
raízes muito grandes e espessas, onde o alvéolo é maior ou mais largo que o próprio implante, e
que sua colocação ficará comprometida por falta de fixação primária.
Ou seja, não terá osso suficiente para segurar este implante. Melhor esperar a cicatrização e a
formação óssea natural nestes casos. O profissional especializado saberá eleger a melhor opção.
6. O que é prótese imediata?
Em alguns casos, na hora de colocar o implante na tabua óssea, pode-se colocar o dente
imediatamente. Ou seja, quando o osso for duro ou com uma resistência grande, o período de
osteointegração ocorrerá junto com a colocação do dente. O implante já começa a receber
força.
Isso porque o osso que o sustenta é forte, e agüentará a força da mastigação. Não quer disser que
a osteointegração já ocorreu. Quer disser que antes de ocorrer a osteointegração, este osso
tem tanta resistência que o peso da mastigação não vai prejudicar a formação óssea em volta
deste implante. É muito bom para o paciente, pois não será necessário fazer a reabertura. Neste
período o dente colocado é provisório.
Aconselha-se fazer o definitivo apenas após 90 dias, para que a gengiva fique madura e não
ocorra retrações. A escolha é sempre do profissional.
7. Por que alguns pacientes precisam de enxertos ósseos?
A necessidade de enxertos ósseos é freqüente. Eles podem ser feitos em uma cirurgia prévia à
implantação e, nesse caso, os implantes serão colocados após um período de cicatrização óssea
de 4 a 5 meses. Quando possível, o enxerto é realizado na mesma cirurgia de colocação dos
implantes.
8. O que é o enxerto ósseo?
É a colocação de osso para engrossar a tabua óssea da região faltante. Com o tempo, o osso da
região que se extraiu o dente vai reabsorvendo. Por isso, coloca-se nesta região um novo pedaço
de osso. Após 4 a 5 meses, este osso novo já se integrou, recuperando a espessura da tabua
óssea perdida.
9. De onde vem este osso? É tirado de mim? De onde?
O osso para enxerto pode ser retirado do próprio paciente ou não. Se a região que precisa ser
engrossada for pequena, pode-se tirar de uma região perto da região que receberá o enxerto.
Caso necessite um pouco mais de osso, podemos utilizar osso dos Bancos de Ossos do Hospital
das Clinicas ou Hospital Santa Casa de Misericordia. São bancos idôneos, onde os tecidos
passam por exames minuciosos para doação. Nestes casos, o paciente que receberá este osso,
terá um pós-operatório mais tranqüilo.
10. Como saberei que precisarei de enxerto ósseo?
A única maneira de saber e afirmar com precisão se você precisará colocar enxerto ósseo é pelo
exame de tomografia computadorizada. Neste exame vemos com precisão a quantidade de osso
remanescente da região. É preciso e necessário.
11. A radiografia panorâmica não é suficiente?
Não. A radiografia panorâmica nos dá um panorama da situação. Ela não dá a visão 3D. Além
do mais não tem precisão de medidas. Esta radiografia é usada apenas para se ter uma visão
geral das perdas e posições gerais dos dentes e suas estruturas. Não serve para ver espessura de
osso.
12. É preciso realizar algum tratamento antes de colocar os implantes?
Em alguns casos sim. Deve-se eliminar qualquer processo infeccioso pré-existente na cavidade
oral, ou seja, tratamento periodontal (gengival) , extração de dentes com focos de infecção
bem como tratamentos endodônticos (canais) devem ser realizados anteriormente à
implantação. Todos esses aspectos fazem parte de um planejamento inicial realizado pelo
profissional, que deve ser discutido abertamente com o paciente, antes do início do tratamento.
13. Dói muito para colocar os implantes?
Não. A melhor coisa de todo este processo é que não se tem dor. Obviamente trata-se de um
procedimento cirúrgico e um edema (inchaço) é esperado, especialmente no segundo dia pósoperatórios.
O edema é tanto maior quanto maior o porte da cirurgia. Cirurgias de enxerto ósseo
costumam provocar maior trauma. Entretanto, existem medicações específicas para o controle da
inflamação pós-operatória, assim como antibióticos (remédios que combatem infecção) e
analgésicos, que o cirurgião poderá prescrever em caso de necessidade.
14. Quanto tempo demora o tratamento?
Depende de cada caso. Após a colocação, os implantes permanecem em repouso por um período
que varia de 2 a 6 meses, para que ocorra o fenômeno biológico da osseointegração (união
direta do titânio ao osso) , após o qual os implantes são descobertos e uma prótese
dentária é conectada ao implante por meio de uma parte secundária denominada “abutment” ou
pilar. Em casos que envolvem enxerto ósseo, o tratamento fica inevitavelmente mais longo. Em
alguns casos específicos, a prótese pode ser instalada já no dia da cirurgia de implantação.
15. Existe perigo de rejeição?
Não. A taxa de sucesso dos implantes osseointegráveis é alta, havendo diversos estudos
científicos comprovando sua eficácia, mesmo após muitos anos em função mastigatória. Existe,
porém, uma possibilidade pequena de perda do implante (não ocorrência da osseointegração), em
torno de 2 a 3% dos casos, normalmente logo após o período de repouso pós-implantação. Nesses
casos o implante é removido facilmente, podendo um novo implante ser recolocado no local.
16. Por que ocorrem os insucessos?
Por má indicação do tratamento.
Por técnica cirúrgica inadequada.
Por fatores biológicos inerentes ao paciente.
Por maus cuidados por parte do paciente.
17. Quanto tempo vai durar o implante?
Os implantes, tal como os dentes naturais, são feitos para durar eternamente. Alguns pacientes
perdem prematuramente seus implantes, como outros perdem prematuramente seus dentes. O
implante tem mais de 40 anos de idade.
18. Pode ocorrer a mobilidade da prótese sobre implante?
Pode sim. É bom verificar o porquê o dente sobre o implante está mole. Geralmente, as
próteses sobre implantes são cimentadas e não mais parafusadas. Sendo assim, o cimento
utilizado pode ser provisório. É só retornar ao profissional que ele cimentará novamente com
cimento definitivo. Caso esta mobilidade não é apenas da prótese e sim do implante, neste caso
se perdeu o implante todo. Aguarda-se 2 meses e recoloca-o.
19. Como é o resultado estético?
Assim como as próteses, os resultados melhoraram muito nos últimos anos, mas ainda não é
perfeito. Deve-se lembrar que, por melhor que seja o resultado, trata-se de uma prótese que
substitui dentes naturais por artificiais.
20. Pode ocorrer uma mudança no planejamento durante o ato cirúrgico?
Sim, embora um bom planejamento minimize esta possibilidade. Esta alternativa deve ser
esclarecida antes da cirurgia. Durante o ato cirúrgico, a decisão cabe somente ao cirurgião. A
colocação de implantes não programados deve ser entendida como a busca de um melhor
resultado.
21. Como devo cuidar dos implantes após o tratamento? Podem existir complicações
relacionadas aos implantes?
Os implantes, assim como os dentes e gengivas, têm de ser muito bem limpos, utilizando-se os
dispositivos (fio dental e escova) recomendados pelo seu cirurgião-dentista.
A principal complicação biológica é a periimplantite (doença que acomete o osso e a gengiva ao
redor do implante). Podem também ocorrer problemas relacionados a planejamentos de
tratamento inadequados ou a implantes colocados em posições desfavoráveis. As complicações
biomecânicas mais freqüentes são: a fratura e o afrouxamento dos pequenos parafusos que
prendem as próteses.
Fraturas de implantes podem ocorrer, embora sejam mais raras. O mais importante é o
comparecimento regular do paciente às consultas de manutenção para prevenir ou diagnosticar
precocemente qualquer alteração.
22. Existe o risco de contaminação?
Sim. Pode ocorrer por má técnica cirúrgica. A higienização do campo cirúrgico, das mãos dos
cirurgiões, do ambiente e dos equipamentos deve ser perfeita.
23. Posso comer de tudo após a colocação da prótese?
Certos alimentos podem fraturar até dentes naturais. Um mínimo de cuidado é suficiente para a
preservação dos dentes naturais e da prótese suportada por implante.
24. Em que situação não devem ser colocados?
Pacientes com inadequados hábitos de higiene bucal.
Pacientes com problemas de saúde que possam comprometer o ato cirúrgico.
Crianças em idade de crescimento.
Adultos portadores de doenças ósseas.
Pacientes dependentes de álcool ou de drogas.
25. E quanto aos pacientes que não possuem quantidade de osso adequada para
receberem implantes?
Estes pacientes são submetidos a um outro procedimento cirúrgico, denominado enxerto ósseo
que busca aumentar a altura ou a espessura do osso no local da cirurgia permitindo a instalação
do implante. A regeneração óssea ocorre de cinco meses após a cirurgia de enxerto.
26. O paciente deve permanecer desdentado durante o período de osteointegração?
O paciente nunca fica desdentado. Ele receberá uma prótese provisória que evitará carga nos
implantes e lhe proporcionará conforto.
27. Como é o pós-operatório?
O pós-operatório, seguidas as orientações do profissional, é tranqüilo. O processo doloroso pode
ser atenuado com um simples analgésico.
28. Quanto tempo leva uma cirurgia?
A cirurgia é rápida. Normalmente para a instalação de dois implantes se leva de quarenta a
sessenta minutos. Incluindo-se neste tempo o gasto nos preparativos (assepsia, anestesia e
acomodação do paciente).
Em alguns casos, principalmente quando são executados enxertos ósseos, este tempo é dilatado.
29. Qual é o risco cirúrgico?
O risco é muito baixo. A anestesia é local, porém nos casos de pacientes que apresentem
problemas de saúde geral solicitamos a avaliação por um médico.
30. Como é a manutenção?
Os implantes necessitam dos mesmos cuidados que se deve dar aos dentes naturais, limpeza e
higiene e os cuidados com sobrecargas vão permitir uma dentição duradoura.
31. E os insucessos?
Apesar do grande avanço da ciência não conseguimos atingir um índice de 100% de sucesso.
A literatura aponta como 2,5% o percentual esperado de insucessos.
32. Por que pedir tomografias?
São pedidas especialmente quando tratamos grandes perdas superiores. Elas permitem maior
segurança no ato cirúrgico.

Facetas Laminadas

14/06/2010

1. Em que situação é recomendada?
Geralmente por motivos estéticos tais como: dentes escurecidos e que não respondem ao
processo de clareamento, dentes muito destruídos na face frontal, fechamento de espaços,
dentre outras.
2. Apresenta alguma vantagem frente às reconstruções em resina?
Sim, este procedimento permite um ganho em estética superior a das recomposições em resina,
mas como todo tratamento odontológico deve ser executado por um dentista qualificado, pois
se mal planejado pode causar um desgaste desnecessário no dente.
3. Sua durabilidade é boa?
O processo de execução inclui os materiais utilizados na confecção das facetas e na colagem
evoluíram muito e bem cuidados pelos pacientes permitem uma vida longa a faceta. Portanto elas
alem de não soltarem facilmente são estáveis em relação à cor. Devemos salientar que além de
merecerem uma higienização boa, o paciente deve possuir o hábito de visitar seu dentista
anualmente para uma avaliação da junção da faceta com o dente.
4. Como ficam os dentes durante o processo de confecção da faceta em laboratório?
Durante esta fase o paciente deve receber uma faceta provisória feita em resina , moldada no
consultório, para preservar a estética e preservar o dente.
5. Seu custo é alto?
Os tratamentos executados sob boas técnicas e material de primeira não são caros, levando-se
em conta o custo beneficio. Já os tratamentos executados com má técnica e materiais de segunda
são sempre caros por não resolverem o problema do paciente.

Problemas de Gengiva
O que é o problema de gengiva, o que devemos fazer e como se trata este problema.
Os problemas de gengiva são na verdade um grupo de enfermidades que atingem os tecidos situados ao redor dos
dentes e que são causados principalmente pela ação de bactérias que normalmente habitam a cavidade bucal e que estão
presentes na placa dental. De um modo geral, e para efeito de simplificação, podemos situar estes problemas como aqueles
em que somente a gengiva e efetada e iremos denominá-la como gengivite, e aqueles que já afetam os tecidos de suporte do
dente (periodonto), como o osso. e que chamamos de periodontite. E importante enfatizar que nem todos estes problemas
são iguais embora para a maioria dos nossos pacientes os sinais e sintomas clínicos apontem neste sentido.
Gengivite
A gengivite é um processo inflamatório que ocorre como o resultado do acúmulo de placa bacteriana. Nos anos 60, um
estudo clássico demonstrou a associação deste acúmulo de placa e o desenvolvimento de sinais clínicos como sangramento
gengival após um período de 10 a 21 dias. Quando os hábitos de higienização- uso de escova e fio dental, foram reiniciados,
este quadro inflamatório desapareceu sem deixar seqüelas. Para alguns pacientes, o simples acúmulo de placa explica o
quadro de inflamação da gengiva apresentado. Para outros pacientes a influencia de fatores sistêmicos, como por exemplo,
as que ocorrem nas mulheres durante a gravidez quando grandes modificações hormonais se processam tornam-se
responsáveis pelas alterações observadas na gengiva. Deficiências nutricionais podem também trazer problemas desta
natureza. A diabetes, do mesmo modo, contribui de forma adversa, assim como a utilização de determinados medicamentos,
para um agravamento da gengivite.
Muitos indivíduos foram, são ou serão afetados por este problema entretanto alguns poderão, ao longo dos anos,
sofrer uma deterioração desta condição de inflamação inicial da gengiva quando os tecidos de suporte do dente, como osso,
serão envolvidos em maior ou menor grau.
Periodontite
Embora as bactérias sejam importantes para a iniciação da maioria dos problemas gengivais sua presença
exclusiva não e suficiente para explicar porque alguns pacientes apresentam um quadro mais severo de doença gengival. A
interação de um grupo mais especifico de bactérias, com o sistema imunológico do individuo cria ou não condições que
levam a destruição do periodonto. Isto não significa uma deficiência na resposta do individuo e sim uma resposta
desfavorável para o periodonto.
Um aspecto muito importante desta doença e de que ela precisa encontrar condições num individuo susceptível mostrando,
portanto, que nem todos vamos desenvolver este problema mesmo que apresentemos uma microflora bucal semelhante a
encontrada em indivíduos afetados pela doença. A “susceptibilidade” variável entre os indivíduos explica porque esta
enfermidade e considerada multifatorial. Alguns elementos contribuem para estas diferenças como fatores de risco que são,
de um modo geral, um estilo de vida, hábitos- o tabagismo, por exemplo, uma exposição ambiental, uma característica
hereditária e ate mesmo uma condição sistêmica que influencie o curso da doença. Tais fatores de risco podem estar ligados
a uma maior probabilidade de se desenvolver uma particular doença sem entretanto ser necessariamente um de seus fatores
causais.
Alguns destes fatores podem ser modificados através de medidas intervencionistas portanto reduzindo a
probabilidade de ocorrência desta doença quando ainda inexistente ou então impedindo seu agravamento. Deixar de fumar,
embora possa ser algo difícil para alguns, traz benefícios para o paciente, que apos um período de “desintoxicação” pode,
pelo menos no âmbito de saúde bucal, ter seu risco de desenvolvimento e progressão da doença periodontal comparável a
um individuo que nunca fumou.Outros fatores, entretanto, não podem ainda ser modificados, como, por exemplo, aqueles
determinados geneticamente. Embora as pesquisas nesta área sejam extensas e promissoras, ainda deveremos esperar para
que seus resultados possam se traduzir em benefícios para milhões de pessoas.
A doença periodontal ou periodontite não é um problema novo. Existem relatos muito antigos a respeito desta
doença, que mencionam a tentativa de remoção de tártaro como forma empírica de tratamento dos problemas gengivais.
Nossos antepassados a chamavam de piorréia pois observavam a produção de pus, dai o nome utilizado.
O que devemos Fazer?
Os problemas gengivais nem sempre são percebidos pelo paciente. Um dos sinais clínicos mais importantes é o
sangramento gengival mas que nem sempre pode ser percebido. Quando detectado pelo paciente, este, muita das vezes,
passa a “conviver” com este sangramento por acreditar ser um evento normal e ao mesmo tempo inócuo. A gengivite é o
ponto de partida para os problemas gengivais mas que não necessariamente progredirão para formas mais sérias da doença.
A procura de testes ou exames que possam identificar os pacientes susceptíveis a doença periodontal é grande,
mais ainda não estão disponíveis para uso clínico. Por isso, a melhor conduta ainda é a adoção de medidas preventivas, que
impeçam o surgimento dos problemas ou então, quando já existentes, interrompam ou limitem sua progressão. Consultas
periódicas devem fazer, então, parte de um programa que deve ser adequado para cada paciente, baseado no seu perfil
levando em conta sua “dedicação” aos hábitos de higiene oral sugeridos pelo seu dentista e em aspectos que indiquem um
possível risco de desenvolvimento da doença periodontal. O objetivo principal é, portanto manter a saúde gengival ou então
reverter o processo inflamatório envolvendo os tecidos de suporte do dente.
Como tratar estas enfermidades ?
O controle de placa bacteriana -parte essencial no tratamento periodontal do paciente, é obtido com bons hábitos
de higiene bucal. Os benefícios disso não se limitam a gengiva mas também na redução do risco de cáries.
Nos casos de gengivite, a limpeza, ou profilaxia como também é conhecida, realizada no consultório seguida da
adoção de bons hábitos de escovação e uso do fio dental são, na grande maioria das vezes, suficientes para reverter este
quadro, em algumas situações porem, a presença de depósitos de tártaro- que são o resultado da calcificação das bactérias na
superfície do dente, obriga a realização de uma limpeza mais vigorosa no consultório com a utilização de anestesia local
para maior conforto durante sua execução. Ainda em algumas ocasiões, é possível que outros fatores além da placa
bacteriana depositada nos dentes contribuam para o quadro inflamatório. Como mencionado anteriormente, a gravidez seria
uma destas situações em que o quadro inflamatório se dá de forma mais intensa por influência hormonal e, mesmo que uma
boa higiene oral seja realizada pela paciente, os sinais e sintomas apurados podem não desaparecer.
Quando o quadro de doença gengival evolui para uma periodontite, os tecidos de suporte dentário começam a ser
destruídos. A presença de bolsas que nada mais são do que sulcos gengivais profundos situados ao redor dos dentes,
associados a perda óssea na área são um dos achados clínicos mais importantes desta doença. As bolsas também funcionam
como um meio de cultura para as bactérias responsáveis pelo processo patológico, pois fornecem as condições favoráveis ao
seu crescimento e multiplicação- um ambiente anaeróbico (sem oxigênio) e rico em nutrientes.
O objetivo do tratamento periodontal é o de interromper o processo da doença e quando possível reverter perdas
ósseas através de procedimentos que visem regenerar todo ou parte do osso previamente destruído.
A terapia periodontal começa com a limpeza de áreas sub-gengivais, isto é, das áreas localizadas abaixo da
gengiva. Após anestesia local, instrumentos são delicadamente introduzidos dentro das bolsas, com o objetivo de remover
os depósitos de placa e tártaro aderidos a superfície do dente assim como o de desalojar bactérias que habitem estas áreas.
Depois de “algumas semanas, já é possível avaliar o resultado desta ‘’limpeza”, que é conhecida como raspagem e
alisamento radicular. Muitas áreas respondem favoravelmente a esta etapa de tratamento. Em muitos casos, o tratamento
termina e o paciente é incluído num programa de manutenção periodontal a intervalos compatíveis com as suas
necessidades. Este programa visa preservar as condições gengivais do paciente. A aderência a este programa mostrou-se
muito eficente para os pacientes que independentemente do quadro de doença periodontal passam a usufruir de uma maior
estabilidade das áreas anteriormente atingidas pelo processo patológico envolvendo o periodonto.
No entanto, algumas áreas por apresentarem inicialmente bolsas muito profundas poderão não responder de forma
satisfatória a esta limpeza. Isto é facilmente compreensível, porque o acesso a limpeza da superfície do dente já é limitada
de início e além disso quanto mais profundas são as bolsas, mais detritos vão inexoravelmente permanecer aderidos ao dente
apesar do esforços no sentido de limpa-las. Portanto algumas bolsas ainda persistirão e o tratamento complementar poderá
envolver uma etapa cirúrgica que em resumo tem como objetivos: 1) acesso a limpeza pois a superfície do dente e exposta a
limpeza; 2) correção de deformidades ósseas que contribuem para a persistência de bolsas periodontais e 3) regeneração do
osso em areas que apresentem condições favoráveis para tais procedimentos.
Terminada esta etapa cirúrgica, os paciente também são incluídos no programa de manutenção periodontal
adequado as suas necessidades.
Testes bacteriológicos também podem ser realizados para identificar os microorganismos envolvidos assim como selecionar
qual ou quais antibióticos podem ser empregados. Apesar da etiologia bacteriana que leva a esta infecção, a utilização de
antibióticos não é rotineira no tratamento da doença periodontal ficando “restrita” aos casos mais sérios ou em situações
especiais que o exijam.
Em resumo, a doença periodontal é um processo que na maioria dos casos tem uma evolução lenta, mas que sem
tratamento leva a perda dos dentes. Se possível, deve se tratar os problemas periodontais nas fases iniciais da doença pois
normalmente apresentam um prognóstico mais favorável ao dentes atingidos. Isto, porém, não significa que os casos mais
avançados da doença não possam ser tratados adequadamente, mas certamente envolverão um tratamento mais complexo
que dependerá muito de um grande empenho do paciente para que este seja bem alcançado. Não sentir nada na gengiva nem
sempre significa não ter problemas periodontais, muitos sintomas só aparecem mais tarde quando os danos aos tecidos de
suporte já são maiores.
Além disso, deve se ter em mente que os problemas gengivais podem trazer grande influência sistêmica para
alguns indivíduos. Estudos recentes apontam para o risco do desenvolvimento de doenças coronarianas, problemas
pulmonares e até mesmo provocar o nascimento de crianças prematuras em gestantes atingidas pela periodontite. A boca é
parte de um todo, por isso prevenir os problemas de gengiva assim como tratá-los traz benefícios não só para a saúde bucal
como também para a saúde e o bem estar do paciente.

horários

10/06/2010

  • Clínica de Rio de janeiro - Atendimentos

    Segunda-feira: 09:00 às 18:00h
    Terça-feira: 09:00 às 18:00h
    Quarta-feira: 09:00 às 18:00h

Clínica Nova Friburgo - Atendimentos

Quinta-feira: 09:00 às 18:00h
Sexta-feira: 09:00 às 18:00h

Formação

10/06/2010

O Dr. Fabio Browne de Paula CRO nº 15370-R.J é cirurgião dentista altamente especializado nas áreas de implante e periodontia, está em constante atualização profissional, participando dos principais fóruns sobre odontologia no Brasil e no exterior.

Com mais de 20 anos de experiência, formou-se pela Universidade Federal Fluminense – UFF em 1988 e fez diversos curso de pos graduaçao, incluindo um mestrado em implante na primeira turma do brasil com reconhecimento pelo MEC no ano de 1997.

Saiba mais sobre nossa especialidades »

Principais cursos

Em1989 fez sua primeira pos graduação ,em periodontia, na Pontificie Universidade Católica (PUC/RJ).

Em seguida foi para os EUA para cursar residência em prótese-periodontal na School of dental Medicine University of Pennsylvania (1990-1991).

Na primeira pos graduaçao no exterior teve a oportunidade de estabelecer seu primeiro contato com a osseointegração (implantes dentários).

Ao retornar ao Brasil no final de 1991, continuando na busca pela excelência em odontologia, se especializou em endodontia na Pontificie Universidade Católica (PUC/RJ) em 1992/1993.

No ano de 1994 percebeu sua vocação ciurugica e começou se dedicar ao aperfeiçoamento em implantes dentários, realizando vários cursos na área, concluindo no ano de 1997 o curso em cirurgia avançado no Instituto Brasileiro de Implantodontia (RJ).

Saiba mais sobre nossa clínica »

Mestrado

Dando prosseguimento ao aprendizado contínuo, e com uma bagagem de centenas de casos cirúrgicos, iniciou o mestrado em implantodontia pela Universidade Camilo Castelo Branco (Campinas-SP), com o propósito de se aprofundar no conhecimento acadêmico e científico.

Com a experiência acumulada e vasto conhecimento, passou a compartilhar suas habilidades ao assumir a cadeira de professor assistente no curso de especialização em implantodontia na Pontificie Universidade Católica – PUC, onde dedicou-se por três anos.

Em seguida foi convidado para organizar o primeiro curso de implantodontia na Associação Brasileira de Odontologia – ABO (Nova Friburgo), onde coordenou de 2005 a 2009.

Atualmente é professor de especialização em implantodontia da Faculdade de Odontologia de Teresópolis (RJ) e vem participando como palestrante em diversos congressos.

A percepção de sua vocação pela odontologia começou em casa, família de dentistas, pai e irmão mais velho, ambos com clínica no centro do Rio de Janeiro há mais de 40 anos, os quais exerceram influência na sua opção profissional.

Seu pai, Manoel Barros de Paula, graduado em 1958 na Universidade Nacional do Brasil (atual UFRJ), com especialização na Temple University (EUA), deixou após os anos de profissão um legado muito valioso para os profissionais que o sucederam: experiência, valores éticos e uma impressionante habilidade para resolver casos complexos. É muito respeitado e querido por seus colegas contemporâneos e seus pacientes, que ainda freqüentam a clínica e tornaram-se amigos da família.

Seu irmão Gilberto Browne de Paula, formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro em 1981, com pós-graduação na School of dental Medicine University of Pennsylvania (EUA), sempre o incentivou à profissão, ao dizer que a odontologia é “uma das mais belas profissões, que alia prazer a possibilidade de um sorriso verdadeiro e saudável, aliado ao retorno financeiro.”

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.